• Equipe Fabio Rocha

Como a arquitetura e a psicologia se relacionam na construção residencial?


A relação íntima entre a psicologia e a arquitetura pode ser percebida de forma bastante clara nas obras e nos projetos residenciais. Estudos indicam que a nossa casa representa nossa essência e personalidade, ou seja, ela transparece em cada cômodo aquilo que somos.

A psicologia entende o espaço residencial como uma espécie de porto seguro e pedra angular da personalidade humana. É neste espaço que o homem interage de forma intensa, ampla e plena com sua família, com a natureza e com seus grupos sociais, como amigos e familiares.

A nossa casa também transmite nossa cultura, nosso universo pessoal, nossas emoções, predileções e afetos, além de desencadear paixões, lembranças e memórias afetivas importantes. Por isso, cada detalhe de uma casa é especial e remete diretamente aos seus moradores.

De acordo com o estudo “A casa: cultura e sociedade na expressão do desenho infantil”, da pesquisadora Sonia Grubits, a imagem da residência está conectada ao sentimento de segurança, ao status social e aos nossos amores. Com o passar dos anos e a evolução das técnicas de construção residencial, o homem passou a almejar a personalização de sua casa, criando uma habitação própria e cheia de significados.

Dos projetos personalizados às decorações temáticas, tudo é pensado para que a nossa casa possa ser aconchegante, pessoal, harmoniosa e singular. Neste contexto, cabe aos profissionais de arquitetura de interiores entenderem a essência e os sonhos de seus clientes, a fim de torná-los reais em seus projetos e obras.

O arquiteto é, portanto, um realizador de sonhos e projetos. Ele coloca em prática tudo aquilo que as pessoas desejam transmitir com suas casas, seja em relação às atitudes, valores, preferências, cultura e comportamentos. As obras residenciais são um reflexo da personalidade de cada pessoa.

As escolhas na construção e decoração de uma casa podem definir, até mesmo, os padrões de caráter de cada cliente, demonstrando características importantes de sua formação cultural e social. Por meio de uma casa, conseguimos entender se uma pessoa é tímida, intimista, extrovertida, reservada, dinâmica, arrojada ou clássica.

Ambientes monocromáticos, por exemplo, são comuns na decoração de residências de pessoas mais calmas e quietas. Além disso, pessoas reservadas tendem a optar por cores frias, móveis de madeira, iluminação sóbria e outros detalhes que refletem sua essência.

Já as pessoas alegres e expansivas costumam solicitar decorações com cores quentes, ambientes acolhedores, estampas com temas florais e botânicos, materiais naturais, entre outros detalhes.

Há também as pessoas mais conservadoras e sistemáticas, que preferem decorações básicas, com cores neutras, móveis amadeirados, tudo muito tradicional.

Enfim, existem muitos padrões psicológicos e comportamentais que se relacionam diretamente com a arquitetura. Por isso, quando nos deparamos com um projeto arquitetônico e decorativo integrado, moderno, despojado, clássico, multifuncional, minimalista, sustentável ou acolhedor, podemos fazer uma leitura perfeita da personalidade das pessoas que habitam aquela residência.

Para o arquiteto Fabio Rocha, “a concepção de um novo espaço, principalmente os residenciais, deve levar em conta a personalidade de seus ocupantes, sua cultura e seu estilo de vida. O bom projeto é aquele que tem a propriedade de transmitir aos ocupantes a sensação confortante de ‘sentir-se em casa’, traduzindo suas necessidades e desejos”.

Como o arquiteto pode identificar o perfil psicológico de seu cliente?

No momento de identificar melhor o perfil de cada cliente, o arquiteto realiza entrevistas preliminares, que têm o objetivo de coletar o máximo de informações possíveis sobre a personalidade, os anseios e sonhos dos moradores. Neste momento, o arquiteto precisa ter ouvidos atentos e uma sensibilidade aguçada, a fim de estabelecer empatia com seu cliente e entender cada detalhe do dia a dia e das intimidades das pessoas que habitarão a residência que será projetada. Trata-se, portanto, de um trabalho dotado de experiência e feeling.

O arquiteto também deve visitar o imóvel antigo onde seu cliente vivia, analisar álbuns de família, apresentar ao cliente algumas revistas de decoração e discutir abertamente as preferências e os desejos do usuário. É importante que toda a família participe deste momento especial que é a idealização de um projeto arquitetônico personalizado!

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